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SOCIEDADES DE GARANTIA DE CRÉDITO: ESTUDO COMPARATIVO DOS MODELOS DE BRASIL, CHILE, ESPANHA E PORTUGAL

WR de Andrade Abreu, LP Zotes

Embora as micro e pequenas empresas representem importantes agentes na economia dos países, historicamente elas enfrentam barreiras para financiar suas atividades, em particular nas fases iniciais de seu ciclo de vida. Diversos países desenvolveram esquemas de garantia de crédito, públicos e/ou privados, como política de apoio ao segmento e como uma forma de reduzir as dificuldades de acesso a financiamento. Este trabalho tem o objetivo de identificar e analisar quais fatores críticos de sucesso (FCS) influenciam o desempenho e a sustentabilidade do modelo mutualista de garantia de crédito para pequenos negócios no Brasil, comparando com os fatores identificados nos modelos de Portugal, Espanha e Chile. As teorias sobre modelos de gestão e os estudos internacionais sobre sistemas de garantia de crédito deram a sustentação teórica do trabalho. A metodologia utilizou o estudo de caso múltiplo, onde quatro Sociedades de Garantia de Crédito (SGC) em operaçãol foram as unidades de análise. Os resultados apresentam um conjunto de FSC, sejam eles do ambiente interno ou externos às SGC que influenciam o seu desempenho e sua sustentabilidade econômica. Este trabalho contribui para ampliar a produção científica e o debate acadêmico sobre os mecanismos de facilitação do acesso a crédito e serviços financeiros para micro e pequenas empresas, bem como as estratégias e modelos de gestão utilizados por instituições mutualistas de garantia de crédito. Oferece, também, subsídios para melhorar a gestão e para a implementar políticas de apoio que elevem o desempenho organizacional das SGC e garantam a sustentabilidade do modelo no Brasil.